terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Da Arre Hipnopômpica do Spin

 



O que é isso?


Continuidade da Arte Hipnopópica do Spin. Texto em constante atualização. Para portadores de deficiência visual, sugerimos a leitura auditiva


Fragmento 4/13700VFC : O TERREMOTO NA SUPERFÍCIE DO ROSTO - Sob estado hipnopômpico - antes de abrir os olhos após acordar - se nos apresentaram uma cena do cotidiano: pai e filho num passeio pelos campos, cada um deles num cavalo  alazão que, identificamos como cor de canela

terça-feira, 15 de maio de 2018

Estamos em Netuno, mês de intenso significado...estou adorando o carrossel do spin




;;;hum.....o Google derrubou o alcance do meus posts...muita gente do campo progressista está invisivel.....eu tmbm...faze o que ne...isso para um spin misantropo como eu não infloi nem contriboi.....kero eh liiberdade e, neste sentido, quanto menos gente na platéia, melhor

..os carteiros do Google e Face e tc estão de greve ne;;

..mas isso não me desanima...muitp pelo contrário, sinto-me até mais livre e, portanto, mais feliz assim: a sós, sem audiência;;;como deve ser...aliás, semrpre associei a a morte ao olhar,,,quanto mais olhos te olhando, mais risco, viu.......


Estamos em Netuno, mês de intenso significado...estou adorando o carrossel do spin...acho que faço as coisas para mim mesmo....escrevo para mim mesmo: para minha própria diversão....diversão ou deleite, tanto faz: quando me pego em gargalhadas, sei que a escrita serviu como cura...cura ou salvação, tanto faz...

Continuidade....



quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Visão sobre á obstrução



Ao fechar os olhos para o dentista arrancar meus dentes vi a rua
E um homem vindo pela rua
E a rua estava obstruda que nem ontem na entrada do espaço da arte no supermercado leve

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Relato de sonho: Lula chora ao saber da sua prisão



Cochilei um pouco e sonhei olhei fui ou vi uma notícia cuja manchete era: Lula chora a saber da sua prisão..,....a reportagem era ilustrada com a imagem de Lula em primeiro plano em pranto e, ao fundo, uma multidão.....por coincidência, ao acessar meu pefil no face apresentou-se a mim  uma imagem que eu havia compartilhado há um ano, sobre os devaneios  de uma elite sovina e sem limites

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Nova rotina do SPIN ou: o sorriso de Mariah

O SPIN trocou os cemitérios pelos hospitais.
Se antes ele gostava de um ambiente agora gosta de outro
Se antes ia aos cemitérios para ouvir as histórias dos mortos, faz a mesma coisa agora ouvindo os ainda vivos
Está tão feliz que às vezes se vê como que pássaro sem asas: desorientado
Assim meio desorientado prá escrever alguma coisa, as vezes não conseguimos, mas é na desorientação que nos deparamos com aquilo que buscamos,.,,pois que a porta encontra-se aberta ou estamos livre da (auto)vigilância Como sabem, desde ontem o SPIN ao acordar se manda para as salas de espera dos hospitais para ficar ali quietinho escrevendo rindo olhando sendo como dizer..,,
no momento está na BR 153 a serviço do Poder Curador(ex-Judiciário)

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Idéia Sem Solução

Impasse
Não sei por onde re(começar)
Depois de tudo, não sei
Não se devo posso ficar em silêncio
Não se posso ou se devo
Ah, eu posso, disso eu sei, uma vez que não sou obrigado a nada, apenas posso
Eu não, ele, o Ideia
O ou a, tanto faz
Um momento time tempo
Ah sim, aquela questão não respondida sobre o Deus Ex Machinha
Vou procurar, um momento

Clique na imagem para ampliar






Vc viu
O "Seu Tio" já respondeu: dfhj

Traduzir
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20130920171758AAmVWPm

Me deu na telha chegar perto de quem fez a pergunta e de quem deu a resposta, o tal "Seu Tio"
Que tal conhecermos quem perguntou e quem respondeu

Quem perguntou é pessoa bá e quem respondeu é má ou span e não spin

Lembrete: Escrevi em algum lugar que durante o dia podemos publicar no máximo 73 x 73 posts ou 74 x 74 sendo marte de ano bissexto. Errei. O dias feriados foram incluidos quano é  dia de ficar offline, de forma que o sacrifício não se justifica: O correto, quanto ao limite máximo de publicações num dia é
7
ou 7 x 7 = 49
ou 70
Ou 70 x 70 = 4.900

O ´titulo deste poderia ser D Sem Solução

Voltei
Eu estava um pouco cansado, dormi um pouco
Achei o erro e fiz a retificação (http://josecarloslima.blogspot.com.br/search?q=73+x+73)

E enquanto fechei os olhos para ver vi a questão dos poderes, esse que, por terem muita grana, solucionam as coisas rapidamente e, no final, ouroborus: A morte. e a vida...




No Calendário D hoje são 2 de Marte do ano 3.000.000.014
Qual será o último post que lá, ah, é sobre ouroboros, por coincidência

Mas é isso a roda spin giro serpente...


sábado, 18 de janeiro de 2014

Serpente D

Ouroboros

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

serpente Ouroboros em um antigo manuscritoalquímico grego
Ouroboros (ou oroboro ou ainda uróboro) é um símbolo representado por uma serpente, ou um dragão,
que morde a própria cauda. O nome vem do grego antigo: οὐρά (oura) significa "cauda" e βόρος (boros),
que significa "devora". Assim, a palavra designa "aquele que devora a própria cauda". Sua representação
 simboliza a eternidade. Está relacionado com a alquimia, que é por vezes representado como dois animais
 míticos, mordendo o rabo um do outro. É possível que o símbolo matemático de infinito (∞) tenha tido sua
origem a partir da imagem de dois ouroboros, lado a lado1 .
Segundo o Dictionnaire des symboles 2 o ouroboros simboliza o ciclo da evolução voltando-se sobre si
mesmo. O símbolo contém as ideias de movimento, continuidade, auto fecundação e, em consequência,
eterno retorno.
Albert Pike, em seu livroMorals and Dogma [p. 496], explica: "A serpente, enrolada em um ovo, era um 
símbolo comum para os egípcios, os druidas e os indianos. É uma referência à criação do universo".
A forma circular do símbolo permite ainda a interpretação de que a serpente figura o mundo infernal, enquanto
 o mundo celeste é simbolizado pelo círculo.
Noutra interpretação, menos maniqueísta, a serpente rompe uma evolução linear, ao morder a cauda,
 marcando uma mudança, pelo que parece emergir num outro nível de existência, simbolizado pelo círculo.
Para alguns autores, a imagem da serpente mordendo a cauda, fechando-se sobre o próprio ciclo, evoca a
roda da existência. A roda da existência é um símbolo solar, na maior parte das tradições. Ao contrário do
círculo, a roda tem certa valência de imperfeição, reportando-se ao mundo do futuro, da criação contínua,
da contingência, do perecível.
O ouroboros costuma ser representado pelo círculo. O que parece indicar, além do perpétuo retorno, a
espiral da evolução, a dança sagrada de morte e reconstrução.
Pode-se referir que o ouroboros, ou símbolos semelhantes, constam de obras alquímicas, nas quais significa
 “alimenta este fogo com fogo, até que se extinga e obterás a coisa mais estável que penetras todas as coisas, 
e um verme devorou o outro, e emerge esta imagem”. Isto, após uma fase em que pela separação se divide o
um em dois, que contém em si mesmo o três e o quatro, “... é um fogo que consome tudo, que abre e fecha 
todas as coisas”3
Registre-se ainda, na tentativa de avançar pistas para a raiz etimológica da palavra “ouroboros”, que em copta
 “ouro” significa “rei” e em hebraico “ob” significa “serpente”.
Se o segundo símbolo constante da nossa imagem for uma alcachofra, diga-se que esta é tida por alguns 4 o
análogo vegetal da fénix, pois após ser submetida ao calor a sua flor perde o colorido e fica totalmente branca,
 posto o que renasce.
Geralmente, nos livros antigos, o símbolo vem acompanhado da expressão "Hen to pan" (o um, o todo).
Remete-se assim, mais uma vez, ao tema da ressurreição, que pode simbolizar o “novo” nascimento do iniciado.
Em relação a certos ensinamentos do budismo tibetano (como dzogchen e mahamudra), pode-se esboçar uma
maneira específica para vivenciar (em estado meditativo) este ato de "morder a própria cauda". Por exemplo, ao
 perceber-se num estado mental atípico (além das formas habituais) procurar olhar a si mesmo.

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Ir para cima http://www.stephenlinsteadtstudio.com/Images/ouroborus/ouroboros_figureeight.jpg
  2. Ir para cima Jean Chevalier e Alain Gheerbrant, Robert Laffont, 11ª impressão, Paris, 1990, pág. 716
  3. Ir para cima cfr. Abraham Eleazar, “Uractes chymisches werk”, Leipzig, 1760, in “Alquimia & Misticismo”, 
  4. Alexander Roob, Taschen, Lisboa, 1997, pág. 403.
  5. Ir para cima cf. O esoterismo da Quinta da Regaleira, Vitor Mendanha entrevista José Manuel Anes, Hugin, 
  6. Lisboa, 1998, pág. 23